Arquivo mensal: julho 2014

No aleatório

Oi gente, hoje eu estou aqui com mais um No Aleatório, basicamente eu compartilho com vocês uma musica que eu escolhi de modo aleatório (ou nem tanto) entre as musicas que eu ouço e vou combinar essa  musica com um livro que me fez lembrar da musica, dai eu vou explicar o porque da combinação. Esse post não contém spoilers.

A música da vez é Sad, do Maroon 5. Overexposed é provavelmente o cd deles que eu mais ouvi e Sad é uma das minhas músicas favoritas (chega perto do meu amor por Daylight) e o livro que eu acho que combina mais com o sentimento dessa musica é Quem é você, Alasca?, do John Green – acredito que essa musica combina perfeitamente com o tom do “depois” do livro (a história é dividida em antes e depois).

Eu não vou falar muito para não deixar nenhum spoiler escapar, mas o sentimento de intenso de tristeza, de se sentir perdido, de não ter feito o suficiente tudo isso demonstra o que Miles está sentindo. E simplesmente a voz do Adam nessa musica… Tudo faz um clima extremamente depressivo perfeito para a história.

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*Para ouvir a musica clique na imagem acima

E vocês gente, já leram Quem é você, Alasca? E acham que essa música combina com a história?

 

Entrando no mundo de leitores digitais

Oi gente, hoje eu queria falar um pouquinho com vocês sobre as vantagens e desvantagens de se ter um  Kobo. Para quem não sabe Kobo é um leitor digital e a aparência dele é muito similar com o de um tablet – é mais ou menos do mesmo tamanha de um tablet regular (em torno de 6 polegadas a tela) e todos seus controles são touch screen. As diferenças são que um tablet é feito para jogos, vídeos e até mesmo entrar em sites e o Kobo é feito somente para ler livros (a única forma de aceso a internet é para entrar na loja Kobo e baixar novos livros) e a tela também é em preto e branco.

O modelo que eu tenho é um Kobo Glo (a diferente dele é que tem uma luz interna que os modelos anteriores não tinham, fazendo com que se possa ler no escuro ou de dia sem o menor problema) então eu vou contar para vocês um pouco mais sobre a minha experiencia com ele.

A desvantagem: Eu tive dois problemas com o Kobo.

1. A instalação: logo no começo eu achei as instruções no folheto vagas que vem junto com o aparelho – por exemplo, uma parte dizia que era para conectar com o computador, mas quando conectava aparecia uma mensagem no Kobo que perguntava se queria conectar ao computador ou não e eu não sabia se era para seguir aquilo (não era) e outras coisas assim. E também a cada vez que reiniciava o aparelho era preciso reiniciar todo o processo de instalação, e (com a minha sorte) o meu leitor digital veio com um problema que não conseguia se conectar ao meu computar e foi preciso trocar ele para eu conseguir usa-lo.

2. A tela travava: quando eu comecei a usar ele travava, e várias vezes – ainda bem com o tempo esse problema deixou de existir, eu não sei talvez ele precise de um tempo para funcionar normalmente, não sei porque isso acontecia, mas com o tempo isso passou e agora ele já funciona normalmente, mas no começo me irritei algumas vezes porque não saia do livro ou não desligava.

As vantagens: essas são bem mais do que as desvantagens.

1. O atendimento: como eu disse eu tive que trocar o primeiro aparelho por outro e eu tenho que dizer que o atendimento ao consumidor da Kobo está de parabéns, todas as vezes que eu liguei eles foram extremamente claros nas instruções (eu tive que fazer alguns procedimentos padrões antes de trocar para ver se o aparelho estava mesmo dando erro ou era só algum problema na instalação). A troca ocorreu de forma extremamente tranquila e no tempo que a primeira atendente me disse que iria ocorrer.

2. A bateria: eu acho que esse é o único aparelho digital que eu tenho que eu adoro a bateria, todo mundo sabe o quão rápido a bateria do celular some atualmente e o quanto a bateria do laptop não dura nada em uma viagem, mas não o Kobo – eu leio vários, mas realmente VÁRIOS livros antes de eu sequer ter que pensar em dar uma carga nele (e isso que a maior parte das minhas leituras eu faço com a luz interna ligada).

3. A luz interna: por falar nisso, a luz interna é uma das minha facetas preferidas dele, no começo eu usava só para ler no escuro – como viagens de carro que eu fazia a noite, ou para ler antes de dormir, mas atualmente eu leio todos meus livros com ela mesmo quando está claro, eu simplesmente adoro como a tela fica branca com ela deixando muito mais parecido com uma folha de papel. E tu também pode mudar a intensidade dela, em uma escala de 1 a 100%.

4. O peso: o Kobo Glo pelo menos – não posso falar sobre os outros – é extremamente confortável para ficar segurando, ele é mais leve do que a maior parte dos livros até, então eu nunca senti nenhum problema em ficar segurando ele por horas e horas enquanto lia um livro.

5. Os ajustes: quando tu vai ler um livro tu pode mudar o estilo da fonte, o tamanho, o espaçamento das linhas, as margens e até a justificação – tudo para deixar o livro mais confortável para a leitura, sendo míope eu sempre uso o ajuste de fonte dependendo se eu vou ler com meus óculos ou não.

6. Os dicionários: o Kobo vêm com dicionários de várias línguas prontos para você baixar sem nenhum custo adicional, e se você como eu lê vários livros em uma língua estrangeira isso se torna extremamente útil porque para usar o dicionario é só tocar na palavra enquanto você estiver lendo e ele irá oferecer uma tradução.

7. O meu bolso: eu li em torno de 70 livros nesse ano até agora, imagina se eu tivesse comprado todos esses livros na forma física deles? Vamos de dizer que eles custassem em torno de 30 reais cada (70×30) eu teria gastado 2100 reais, somente esse ano, mas com o Kobo eu tenho lido na maior parte do tempo ARC’s digitais que eu não tenho que pagar nada para obter o que me fez economizar uma quantidade imensa de dinheiro.

8. Minha estante: eu tenho que dizer que no começo estava meio indecisa sobre livros digitais, qual seria a graça de ter copias digitais de livros? Eu não ia ter elas na minha estante, eu não iria tocar nelas, elas não pareceriam reais! Mas agora admito que não penso mais assim, depois de sete messes lendo cópias digitais de livros eu descobri que elas são na realidade ótimas para economizar espaço na minha estante – eu não sei vocês, mas eu já estou ficando sem espaço na minha estante (quase todas minhas prateleiras estão cheias de livros em fileiras duplas) e com a opção de obter uma cópia digital primeiro eu salvo muito espaço e acaba só comprando os livros que eu sei que eu gostei de ler e quero reler no futuro.

E vocês, também tem leitores digitais? Como foram as experiencias de vocês com eles? Me contem nos comentários! 🙂

Recomendação: Livros infantis (parte IV)

O “Recomendando” é um espaço aqui no blog que eu uso para recomendar livros para vocês leitores, eu sempre vou selecionar um gênero especifico para recomendar e vou escolher livros que me marcaram de alguma forma ou que apresentaram um história única – basicamente livros que eu acho que devem ler lidos por todos 🙂

Hoje eu estou aqui com a quarta e ultima parte para as recomendações de livros infantis e o livro dessa semana é “A fantástica fabrica de chocolates” que na realidade não é um livro só, mas sim uma duologia com a continuação sendo “Charlie e o Grande Elevador de Vidro“, infelizmente eu nunca tive a chance de ler o segundo livro, mas li e reli várias vezes o primeiro na minha infância.

O livro conta a história de Charlie, e de como a sua família luta todos os dias para ter comida e manter seus empregos, até que a sorte fica a favor deles e Charlie consegue ganhar um bilhete dourado para visitar a fábrica de chocolates do Willy Wonka. A história tem um tom moralista, mas também extremamente engraçado com uma linguagem leve e de fácil entendimento é perfeito para a transição de uma criança de uma leitura mais cheia de imagens para uma mais focada na leitura em si.

A história é atemporal e pode ser mais bem entendida por um público mais velho até do que um público infantil e inocente, mas pode ser usado como uma forma de entendimento para um mundo “mais adulto”, pois apresenta personagens com defeitos (como ganancia, desejo por violência, extremo competitivismo, etc.) e também várias cenas com Charlie e sua família que são extremamente tocantes e emocionais.

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Enfim, esse livro é diferente de uma leitura infantil por diversão, apresentando uma história muito mais complexa, mas que por isso mesmo é que deve ser passada adiante a cada geração. Bom, eram esses minhas recomendações para o público mais novo e eu espero ter ajudado vocês, esses são alguns dos meus livros favoritos infantis e espero que outras crianças por ai também tenham a chance de aproveitar e se divertir com eles tanto quanto eu.

A Hospedeira por Stephenie Meyer

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Almas vem para a Terra para colonizar e para isso eles usam os corpos humanos como hospedeiros, mas alguns hospedeiros são mais resistentes que outros e acabam sobrevivendo, mesmo com as almas neles. Dai entra a nossa dupla principal: Peregrina, uma alma, implantada no corpo de Melanie, uma humana que resiste a invasão e continua existindo na mente de Peg. Esse é só o começo da história que acaba se tornando algo muito mais complexo e que me cativou.

O livro em si é bem grandinho e para quem gosta de livros com uma trama rápida, com ação e várias aventuras que te deixem na beira da poltrona eu diria que é melhor evitar esse livro, realmente não é um livro de aventura e ação – no filme eles até colocaram umas cenas de perseguição que inexistem no livro. Mas para quem não tem um problema com histórias que são baseadas totalmente nos seus personagens e não na trama, esse livro com certeza vai ser uma boa leitura.

Outro ponto que pode incomodar algumas pessoas é que esse livro é classificado como ficção cientifica, mas vamos ser honestos aqui ok? Crepúsculo era mais uma história de vampiros do que A Hospedeira é ficção cientifica. O livro segue a mesma linha dos romances paranormais de que a gente tem que simplesmente aceitar o fato de que existem almas que querem colonizar todos os planetas, e que elas são pacificadoras e todo resto,  sem muitas explicações e definitivamente sem nenhuma ciência aplicada a história.

Mas apesar disso eu me vi totalmente envolvida nesse história graças aos seus personagens. Peregrina e Melanie foram uma dupla para lá de estranha de se conviver, mas que me cativaram ao longo da leitura. Elas que fizeram desse livro um dos meus favoritos pelas perguntas que levantaram em mim, sobre a injustiça de simplesmente tirar os humanos dos seus corpos, mas como as almas realmente acreditavam que aquilo era necessário para salvar o planeta e criar paz, e como tirar as almas desses corpos se elas ganhavam suas emoções e memorias e iriam sofrer imensamente ao não sentir nada parecido com isso em outro planeta… Foram tantas questões levantadas ao ler esse livro e isso o fez dele um leitura incrível, eu já o li duas vezes e nenhum dos sentimentos contraditórios foram diminuídos ao reler.

Bom, o livro vai receber uma continuação (esperamos que digna), a Stephenie está trabalhando nela (a uns bons anos já cof cof) e ainda não se tem previsão de lançamento em inglês e ela disse que não sabe se será uma duologia ou trilogia. Agora é torcer os dedos e esperar que saia logo! O livro foi publicado aqui no Brasil em 2009, pela editora Intrínseca.

We Were Liars por E. Lockhart

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É verdade o que dizem: não leia nada sobre esse livro antes de lê-lo e se algum amigo o perguntar sobre o final minta, descaradamente porque se tu contar ele pode nunca mais te perdoar! Dizendo isso essa provavelmente vai ser a resenha mais difícil que eu já escrevi porque eu vou ter que ficar cuidando para não deixar escapar nada de possíveis spoilers.

O livro traz como protagonista Cadance Sinclair Eastman, uma garota de dezessete anos, da perfeita família Sinclair – que são basicamente os Kennedy, sem a politica. Ser uma Sinclair significa que ela vai ter um lindo cabelo loiro e um sorriso perfeito, e também que todos os verões de sua vida serão passados na ilha privada da família. Mas algo aconteceu no seu décimo quinto verão, um acidente que a manteve afastada da ilha até o seu décimo sétimo verão. Agora é a hora de Cadance e nos junto com ela, botar as peças juntas e descobrir o que realmente aconteceu.

Cadance não é a personagem mais simpática que eu já me deparei por ai, sendo uma garota rica e basicamente com todas as chances do mundo foi extremamente difícil de eu me importar com ela ao longo da história – o que fez com que eu não curtisse muito a leitura na maior parte do tempo. Mas eu acredito que Cadance foi criada para ser assim mesmo, não para atrair a nossa simpatia, mas para ser completamente entendida somente depois de terminar o livro.

Os outros personagens da família Sinclair são basicamente a mesma coisa que Cadance: tem o mundo aos seus pés e o maior problema é quem vai conseguir tirar mais dinheiro do papai, o que torna extremamente difícil de gostar dessas pessoas. O único personagem que eu gostei genuinamente foi Gat, ele é meio indiano-meio americano e não faz parte da família, é o sobrinho do marido de uma das filhas Sinclair – o que o torna alguém de fora da família e o único capaz de enxergar a realidade daquelas pessoas. Interessado em politica e basicamente em como o mundo funciona Gat foi o personagem mais interessante da história.

Outro ponto que pode não agradar a todos é o estilo de escrita, se você gosta de E. E. Cummings ou da Tahereh Mafi (escritora da série “Estilhaça-me”) eu acredito que você irá gostar do estilo de escrita desse livro já que conta com várias metáforas e
quebra
de
linhas
e uma pontuação nada usual, mas se isso soa como um pesadelo para você fique longe! Eu por outro lado sou uma fã de qualquer narrativa que seja diferente então amei o jeito que essa história foi contada e marquei tantas, mais tantas passagens no meu ebook.

Mas apesar de eu ter gostada da prosa, esse estilo de escrita fez com que fosse um pouco confusa a leitura. Tem uma parte logo no começo do livro que Cadance narra que ela se machuca, mas é uma metáfora e depois mais adiante no livro ela realmente se machuca e eu fiquei insegura se aquilo era mais uma metáfora para os sentimentos dela ou não. Isso também fez com que vários temas delicados fossem passados por cima, sem muita profundidade, e tudo bem  o tema do livro é o décimo quinto verão, mas eu gostaria que algumas coisas tivessem sido mais exploradas.

E sobre o final, bom eu não posso dizer nada além de que: vale a pena. Vale a pena suportar uma personagem não gostável, vale a pena tentar se aventurar em uma narrativa diferente, vale a pena ler esse livro por aquele final, eu tenho certeza que não vou conseguir esquecer dessa história (e de todas as lágrimas que me deu) por um longo tempo e planejo re lê-lo logo, logo.

O livro foi publicado em maio nos USA, pela editora Delacorte Press e será lançado aqui no Brasil no segundo semestre de 2014, pela editora Seguinte – leia antes que os spoilers comecem a voar por ai!

Recomendando: Livros infantis (parte III)

O “Recomendando” é um espaço aqui no blog que eu uso para recomendar livros para vocês leitores, eu sempre vou selecionar um gênero especifico para recomendar e vou escolher livros que me marcaram de alguma forma ou que apresentaram um história única – basicamente livros que eu acho que devem ler lidos por todos 🙂

E a recomendação dessa semana continua nos livros voltados para o público infantil e a série dessa semana é “O pequeno vampiro”, eu não tenho a menor ideia de quantos livros essa série tem ao total, mas no Skoob tem vários livros dessa série listados. Infelizmente eu acabei só tendo um livro dessa série, e lendo só uns três do total, mas mesmo assim esses livros foram um dos que eu mais reli quando eu era criança.

Esses livros seguem o padrão de terem uma quantidade menor de desenhos, mas ter letras grandes e um número de páginas pequeno (em torno de 100 páginas para cada), acredito que crianças que já tenham tido um contato com outras leituras são mais recomendados para esse ou a partir da terceira série em diante. Diferente das minhas outras duas recomendações esse livro é do gênero paranormal, já que existem vampiros na história e isso faz com que esses livros sejam facilmente lidos em um dia – mesmo por crianças que não leram muitos livros antes dele.

O principal elemento que prende nesse livro é a ação e a surpresa do que vai se desenrolar nele, para crianças que nunca leram algo do gênero paranormal tudo que acontecer nessas histórias vai ser novo e único, e por serem livros curtos eles mantém a história sempre acontecendo. Não é preciso se preocupar com fatores assustadores no livro porque não tem, eles são voltados para o público infantil sendo assim os vampiros não são pintados como vilões assustadores.

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E ai, vocês também tiveram um amigo vampiro na infância?

A história da garota que só lia sobre vampiros e bruxos

Eu sempre me considerei uma fã de livros de fantasia e paranormal, esse sempre foi o meu lugar preferido para começar a buscar por novas leituras. Se tivesse um vampiro, lobisomem, magos/bruxos/feiticeiros na história eu já ficava louca para ter o livro em mãos, isso é provavelmente pelo fato de eu amar a série Harry Potter e Crepúsculo e essas séries terem me introduzido para as minhas leituras seguintes, mas de uns tempos para cá eu tenho notado que eu não tenho lido muitos livros  desse estilo e preferido livros contemporâneos no lugar.

E isso é realmente estranho, porque se eu olhar para a minha estante eu posso (provavelmente) contar nos meus dedos o número de livros contemporâneos que eu tenho ali e esses livros sempre serviram para aqueles “mourning periods” entre um livro de series sobrenaturais e outro. Mas atualmente com a entrada de ARC’s na minha rotina de leitura tudo isso mudou, eu não leio mais livro contemporâneos só para balançar minhas emoções, eu tenho procurado ler livros contemporâneos, me interessado neles e até ficado ansiosa para colocar minhas mãos neles (não literalmente porque as copias são digitais, mas tu entendeu) e até requisitado mais livros contemporâneos para resenha do que livros com uma pitada sobrenatural.

O principal fator para essa mudança no meu gosto foi o fato de que vários ARC’s que eu li paranormais não eram os melhores livros por ai, e tudo bem isso sempre acontece com qualquer estilo de livro, mas eu descobri que as sinopses de livros paranormais são muito mais fáceis de enganar os leitores a pensar que o livro vai ser algo que não é do que livros contemporâneos.

Por exemplo, um livro paranormal sobre vampiros diz que vai ser uma eletrizante história sobre um amor proibido e a luta dos vampiros para não ir a extinção – e dai o que realmente acontece na história é a personagem principal sofrer de instalove com o vampiro e a “luta” ser só um monte de discussões sobre o quanto a situação para os vampiros está difícil e nada de ação real. Já um livro contemporâneo que anuncia que vai lidar com a história de um garoto que viu a garota que amava trágico acidente – bom, dai o livro vai contar a história desse garoto superando esse trauma.

Sendo assim eu tenho chances muito menores de me decepcionar com livros contemporâneos do que sobrenaturais nos últimos tempos, isso não quer dizer que eu vou deixar de ler livros com um toque de magia porque eu sou completamente apaixonada por eles, só estou dizendo que para me dar aquela vontade desesperada de ler a mais nova série do momento é preciso mais do que antigamente – e isso é algo bom para o nível das minhas leituras.

E você, também se vê mudando de gêneros literários de tempos em tempos? O que você acha de todas essas séries sobrenaturais por ai atualmente? E tem apostado em livros contemporâneos tanto quanto eu?